Dia 03 de junho de 2018
“COM OBRAS OU SEM OBRAS: EIS A QUESTÃO”
(Pr. Joversi Ferreira)
Comentava com meu filho do meio sobre como uma visão muito próxima das Escrituras nos impede de nos beneficiar de uma de suas características: o fator da Teologia Bíblica. Para explicar melhor, veja o ponto em questão neste artigo. Alguém que leia apenas Tiago, pode ter uma visão exagerada do papel das obras na salvação. Alguém que leia apenas Paulo pode ter uma visão demasiadamente pequena deste mesmo papel das obras na salvação.
A Teologia Bíblica é o remédio para isso. Em termos simples, ela nos dá o conjunto do pensamento bíblico (de Gênesis a Apocalipse) quanto a cada e toda doutrina bíblica. Todos os textos são importantes, mesmo que nem todos sejam igualmente importantes.
Assim, não há como fugir deste paradoxo se quisermos entender o papel das obras na vida do Cristão. Primeiramente, é preciso definir que “obras” não é o mesmo que caridade. Isto é um erro extremamente comum. Transformação, santificação, o Fruto do Espírito, amor pelas pessoas sem Cristo estão na lista, além de ajudar ao próximo em suas necessidades. Outra coisa importante de salientar é que, muitas vezes, as obras existem sem que haja sequer conversão. Muitas vezes é apenas a forma da pessoa ser e confundimos isso com “bom testemunho cristão”. E outras vezes ainda, as pessoas estão apenas fingindo. Porém, um verdadeiro cristão nunca o será sem que obras estejam acompanhando a sua vida. Isto simplesmente é impossível.
De uma maneira ou de outra, já tendo definido “obras”, olhamos para o texto de Tiago 2.14 em diante e percebemos que Tiago as coloca inseparavelmente ligadas a uma “fé que funciona”. Este é o significado de fé viva. É uma fé que funciona. E, no mesmo contexto, Tiago menciona o gesto de obediência de Abraão em oferecer (o tempo do verbo está no passado!) seu filho Isaque. As obras, então, são a materialização da nossa fé. O que cremos (fé) determina o que fazermos (obras). Isto não significa que a cada falha nossas em nossas obras, nossa fé morre, apenas para ressuscitar logo depois quando voltamos às obras. Isso seria no mínimo estranho. E seria ter uma visão exagerada do papel das obras na salvação. E a razão disso é que as obras não testam a existência da nossa fé, mas, sim, a temperatura ou, podemos dizer, a saúde da nossa fé: se ela está viva ou não.
Ora, se tudo nasce na fé, é dela que precisamos “cuidar”. Daí vem a ênfase de Paulo. Toda vez que ele fala sobre crer, viver pelo Espírito, andar no Espírito, andar segundo esta doutrina, segundo o Evangelho... Paulo está falando da fé verdadeira, da fé bíblica, da fé cristã.
E tal fé só é possível através do trabalho do Espírito Santo pela instrumentalidade das Escrituras. Conta-se que Lutero estava orando por mais fé. Deparou-se, então, com o texto de Romanos 10.17, “a fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo.”; imediatamente ele parou de (apenas) orar por mais fé e passou a ler (também) mais da Palavra de Deus.
Nos vemos assim em um processo. Minha mente e coração é infundida pela Palavra de Deus, a qual traz desafios, padrões, dependência e ordens para minha vida. O Espírito age convencendo-me da Verdade de Deus contida na Palavra. O mesmo Espírito me capacita e me move à obediência. E as obras confirmam que esta fé estava com saúde; era viva. Este processo move a nossa santificação, trazendo transformação a cada dia.
Tristemente, este processo não é sempre bem sucedido. Podemos bloquear tudo com nosso coração endurecido, mente cauterizada e “amor” pelo pecado. E somos os que mais perdem com isso.
O fato é: nossa melhor decisão e curso de ação é discernir exatamente o que Deus deseja que façamos e, então, simplesmente fazer. Quando somos libertos do pecado e da morte no momento de nossa conversão, perdemos a desculpa da escravidão para com o pecado. Agora, precisamos amar mais a Cristo do que amamos o pecado. Fortalecemos este amor pregando o Evangelho a nós a cada dia. E, assim, “odiando até a roupa contaminada pela carne” (Jd 1.23), devemos amar a cruz e nela nos gloriar. Sabendo que isso significa que lá era nosso lugar de merecimento, mas Ele o tomou de nós. E, agora, estamos nEle, sem merecer. E podemos, pela Sua Graça, crer e observar tudo quanto Ele tem nos ordenado.
Dia 17 de junho de 2018
“Fala com ele por mim, por favor?”
(Pr. Joversi Ferreira)
Todos nós já passamos por situações em que precisamos que alguém nos ajudasse falando com alguma pessoa sobre nós. Já passamos pela necessidade de pedir à mamãe que falasse com o papai sobre algo que achávamos difícil dele autorizar. Já pedimos à melhor amiga da garota que gostávamos sondar se tínhamos alguma chance. Já pedimos a indicação para um emprego a alguém mais antigo ou bem posicionado em uma determinada empresa. Eu tive a ajuda de um oficial para conseguir sobrar no alistamento militar em uma época que “não posso servir porque vou para o seminário” seria motivo de piada. E até de me alistarem só porque eu não podia.
A Palavra de Deus fala de um intercessor superior. De um que não apenas fala em nosso favor, mas que é a causa de sequer podermos pedir. Sem Ele, não chegaríamos à instância final para apelar por nossas vidas, causas e necessidades.
Ele é, claro, Jesus, o Cristo. Em 1 Timóteo 2.5, lemos, “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus,”; isto é, Jesus é o nosso mediador, aquele que faz a ligação, o “meio-de-campo” entre nós e nosso Deus. O texto ainda ressalta que Ele mesmo é um homem. O segundo Adão, como bem colocou Paulo (Rm 5). O Cabeça de uma nova raça de homens e mulheres renascidos. E Ele fez isso realizando o que está na continuação do texto acima, “o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos. Esse foi o testemunho dado em seu próprio tempo.” Ele é o Mediador e conquistou esta posição sendo Ele mesmo o preço pago por aqueles que viriam a ser Seus.
O autor de Hebreus irá confirmar que esta é a razão pela qual Ele precisava ser um homem tal e qual eu e você, “Por essa razão era necessário que ele se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus, e fazer propiciação pelos pecados do povo.” (Hb 2.17). O pecado entra através de um homem e precisa “sair” através de outro. Um homem perfeito se perdeu no Jardim do Éden. Um homem mais perfeito ainda nos encontrou através do Seu sacrifício que começou em outro jardim, o Jardim do Getsêmani e terminou no Gólgota.
Mas, seu papel de Sumo sacerdote continua. Ele se compadece de nós e compreende nossas lutas, “Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos, pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.” (Hb 4.14-15).
Primeiro, a presença dEle triunfante nos céus significa que Seu sacrifício foi aceito e que a nossa vida eterna é uma absoluta e garantida certeza. Meu irmão querido, você não crê em vão, nem em contos inventados. A fé (cristã) que lhe alcançou é a expressão da realidade conforme determinada por Deus em Cristo. Toda ela! Na justificação, na expiação, na propiciação, na imputação, na santificação... em tudo Deus está realizando a Nova Criação (2 Co 5.20) prometida. Assim, realmente, apegue-se a esta fé com toda a firmeza. Pois...
Em segundo lugar, esta firmeza de fé nos fará vencer como Ele venceu diante de cada tentação. Não é determinando e amarrando demônios que se vence batalhas espirituais. Vencemos nos submetendo ao Espírito Santo e isso só é possível quando a fé bíblica está pulsando em nossas veias, brilhando em nossas mentes e fervendo em nossos corações. Esta fé, esta Sã Doutrina, este Evangelho não apenas salvou o mercador de escravos John Newton, mas, também o manteve por toda a vida. No final dela, ele declarou, “Minha memória já quase se foi, mas eu recordo duas coisas: Eu sou um grande pecador, Cristo é o meu grande salvador.”. Se isso não é o resumo e a essência de tudo o que precisamos na vida, não sei mas o que deve ser buscado.
Quero terminar lembrando que nossa luta é temporária, assim como foi a do nosso Sumo Sacerdote. “Temos esta esperança como âncora da alma, firme e segura, a qual adentra o santuário interior, por trás do véu, onde Jesus, que nos precedeu, entrou em nosso lugar, tornando-se sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hb 6.19-20).
Ou seja, estamos ancorados, firmes e seguros, na esperança dada pelo nosso Salvador. A Bendita Esperança dos Santos não se refere a sucesso, fama ou dinheiro. Mas, à certeza que temos que logo estaremos com Ele e este vale de lágrimas ficará para trás, nem mesmo como uma lembrança. Porque nossas mentes transbordarão da imensidão de Deus; lá, onde tudo se fará novo.
Dia 10 de junho de 2018
“ENTÃO, VOCÊ ME PEDIU UMA PALAVRA MOTIVACIONAL, CERTO?”
(Pr. Joversi Ferreira)
Alguém me retrata as lutas que vem passando na vida. Por um bom pedaço da sua vida. E me pede uma “palavra motivacional”. Entendi claramente que ele se referia a uma palavra de garantia de que vai dar tudo certo. A questão é que nenhum cristão responsável ousaria dizer um absurdo desses. “Ei, Daniel, vai dar tudo certo viu?” E, tempos depois, ele está na cova dos leões. Claro, ele saiu com vida, mas não sei se queremos este tipo de “tudo certo” em nossas vidas. Até porque, nem sempre é assim. “Jeremias, soube que você foi chamado para o ´ministério profético... que bênção! Vai dar tudo certo e Deus vai te usar”. Deus o usou sim, mas o “tudo certo” de Jeremias raramente é invejado ou desejado por nós.
Neste campo de certezas, só podemos olhar para a completa e inquestionável obra de Deus em Cristo Jesus em alterar nossos destinos, nossas naturezas e nossa eternidade; além de lidar com nosso passado.
Entre muitos textos, Romanos 8 nos fala bem sobre isso.
28 Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
►1.) O “tudo certo” de Deus abrangerá aquilo que aos nossos olhos parece bom, mas também o que parece mal. O foco de nossas vidas é o “propósito” de Deus e não os nossos sonhos e planos. Ele é o Senhor, não o Papai Noel.
29 Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.
►2.) Este “tudo certo” começou antes que qualquer coisa existisse. Deus já vinha delineando o que Ele tinha para as vidas daqueles que viriam a conhecê-lO. E, mais importante, o “bem” do verso 28 está claro no verso 29, “para serem conformes à imagem de Seu Filho”. Não é realização de sonhos, mas a realização do propósito dEle.
30 E aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou.
►3.) Apesar de não haver segurança em que alguma coisa vai “dar tudo certo” nas circunstâncias das nossas vidas, na nossa caminhada com Deus é totalmente diferente. Aquilo que Ele determinou fazer, Ele concluirá. Todos os predestinados para serem conformes à imagem do Seu Filho, isto é, todos os eleitos chegarão lá. A obra será concluída. Este é um tipo de segurança muito mais sublime e importante do que qualquer “palavra motivacional” pode gerar em sua vida.
31 Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?
►4.) Ainda em dúvida? O resto do contexto irá apenas fortalecer aquilo que o verso 31 nos traz. Toda adversidade contra o propósito de Deus em nossas vidas já está resolvido por Deus. Perceba novamente que não se está falando sobre circunstâncias ruins não acontecerem. Paulo mesmo comeu o pão que Jeová amassou em alguns momentos de sua vida/ministério. Porém, estava seguro em quem era o Senhor a quem ele servia. Circunstâncias estão sempre abaixo de “estado”; e o nosso estado está claro neste texto.
32 Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas?
►5.) Paulo ainda oferece mais um argumento para a nossa segurança. O propósito de Deus incluiu que Ele não poupasse ao Seu próprio Filho. Cristo foi sacrificado, o “justo pelos injustos para conduzir-nos a Deus” (1 Pe 3.18). Diante de tamanho amor, Paulo nos pergunta se há ainda alguma coisa que Ele não nos dará, pela Sua Graça. A pergunta retórica tem uma resposta óbvia: não há nada que Ele nos negará. Nossa vida e eternidade estão guardadas nEle. E, mesmo as circunstâncias em nossas vidas estão sob o controle dEle. Não há o que temer, não há motivo de insegurança.
Na continuação, Paulo falará da nossa justificação e de como nada pode nos afastar do grande amor do nosso Deus e de Cristo Jesus.
E aí? Foi “motivacional” o suficiente para você? Talvez sim, talvez não. Depende se seus olhos estão fixos nas circunstâncias e em coisas passageiras ao seu redor e na sua vida. Ou, se como Jonathan Edwards, você tem clamado, “Deus grave a eternidade em meus olhos!”.
“Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus.” (Cl 3.1)
Dia 24 de junho de 2018
“Representantes do Rei da Nova Criação”
(Pr. Joversi Ferreira)
Em 2 aos Coríntios 5.17, encontramos um daqueles versículo muito utilizados. Especialmente em evangelismo e discipulado de novos convertidos. E, com certeza, ele possui sua aplicabilidade nestes casos. E muita!
Porém, o que mais há neste texto para o todo da nossa vida cristã? Da nossa vida espiritual?
Retornando um pouco, o contexto começa no versículo 5.1 até o versículo 5.10, nos falando sobre como a nossa vida é temporária e passageira, mas, também, como vivemos em segurança de que se estivermos “ausentes do corpo”, isto é, mortos, estaremos para sempre com o Senhor. Contudo, enquanto isso não acontece, nossas vidas possuem um propósito ainda aqui: agradar ao Senhor.
As escolhas que fazemos para agradar ao Senhor determinarão nosso “encontro para avaliação” no Tribunal de Cristo (v.10). Não se trata de um julgamento de condenação, mas de recompensa (galardão). Isto casa perfeitamente com o texto de 1 Coríntios 3.10-16 (recomendo a leitura antes de continuar), onde nossas obras serão provadas pelo fogo e apenas o que for “de qualidade” irá permanecer.
Bem, e é diante desta perspectiva eterna, mas ainda aplicada à nossa vida aqui, que entramos no contexto mais próximo de 2 Coríntios 5.17. No verso 11, diante da tremenda perspectiva do encontro com o Senhor, Paulo é tomado de reverência por Deus, a qual o leva a fazer alguma coisa e não apenas ficar ali parado em temor. Paulo deseja agora persuadir os homens sobre estas verdades eternas sobre as quais ele vem falando.
Nos versos 12 e 13, vemos que muitos questionavam as motivações de Paulo e ele, brevemente, deixa claro que não precisa ficar recomendando a si mesmo ou se justificando. Se acham que ele, Paulo, faz o que faz para se aparecer ou mesmo porque está louco, que seja! Ele faz tudo por amor a Deus.
Chegando ao verso 14, encontramos um detalhamento do papel deste amor no serviço de Paulo. “O amor de Cristo nos constrange”! Então, por que Paulo viveria daquela maneira? Porque Cristo viveu daquela maneira! “porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram”. De novo, Paulo é consistente com seus ensinos em outros textos. Ou você consegue ler o verso 14 e deixar de lembrar de Gálatas 2.20? “Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.”.
Em outras palavras, o amor de Cristo me constrange a morrer pra mim mesmo e viver para Ele, enquanto vivo para outros. E Paulo confirma esta identificação com Cristo em sua morte no verso 15.
Paulo volta, então, ao erro que alguns cristãos estavam cometendo. Avaliavam a Paulo e aos demais por fatores externos. Não é muito do que é feito hoje? Quem tem o “maior” ministério, a “maior” igreja, mais nome ou fama. E isso, dentro do Reino de Deus. O holofote tem, verdadeiramente, saído do eixo e sido colocado em quem não o merece. Mas, Paulo, não. Os elogios merecidos que ele faz ao longo de suas cartas a pessoas como Epafrodito, Timóteo, Lucas e outros sempre foram baseados em suas condutas e em caráter: nunca em seus desempenhos.
E este caráter e conduta era perceptível no serviço que eles prestavam ao imitarem o Senhor que havia vivido para servir. Por isso o “Portanto” no começo do verso 17. Títulos e luta por poder, avaliações de desempenho e fama. Todas essas “coisas antigas já passaram”, somos parte da “Nova Criação”, na qual só existe lugar para destaque de Um, o Senhor. E onde somos todos servos movidos e constrangidos por tanto amor que vimos em Sua vida.
Nosso contexto irá terminar no verso 21. Tanta coisa, mas não há espaço. Porém, em resumo, podemos ver que a glória é de Deus porque tudo isso que experimentamos foi obra e iniciativa dele (v.18). Isto é, o próprio Deus tomou o nosso lugar em Cristo para pagar a pena e sofrer a condenação que era nossa. E ainda nos chama para proclamarmos esta verdade a outros (v.19). E por isso, somos Seus representantes, Seus embaixadores (v.20). Somos arautos e a voz de Deus gritando: “Reconciliem-se com Deus!”.
E nossa mensagem é claro e pode ser resumida, “Deus tornou pecado por nós aquele [Cristo] que não tinha pecado, para que nEle [Cristo] nos tornássemos justiça de Deus.” (v.21).
Leonard Ravenhill disse certa vez, “As coisas pelas quais você tem vivido valem a morte de Cristo?”
Paulo buscava que sim. E nos diz que ISSO é a cultura da Nova Criação que é constrangida pelo profundo amor de Cristo.